18 de abr. de 2012

1ª CMDPcD de Valinhos

No sábado passado, 14 de abril, a Equipe da Casa dos Conselhos formando por Cristina, Janaina e Ulisses esteve no apoio da 1ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Valinhos.
Realizamos atividades ligadas a sonorização, cerimonial, recepção e preparação do lanche servido no encerramento dos trabalhos. Além da elaboração da Ata e do Relatório Final da Conferência.
Como sempre um trabalho primoroso.
Deixo aqui o meu agradecimento a minha Equipe: Cristina e Janaina.
Mais uma missão cumprida.
Até a proxima! 

13 de abr. de 2012

Distância...

Em razão das limitações que me são impostas pelas hernias cervicais, não estou postando nas últimas semanas.
Pois tive que fazer uma escolha, necessária, realizar minhas responsabilidades profissionais ou o prazer de divulgar ideais e conhecimento. Fisicamente não estou conseguindo fazer as duas coisas
Optei por assumir minhas responsabilidades.
Assim consigo trabalhar e descansar em casa.
Mas em breve devo retomar o meu rítimo diário de conversas com vocêis.
Grato por este agora um bom caminho e fique bem!

31 de mar. de 2012

Programa de Rádio

A partir das 8h15 estarei ao vivo pela Rádio Valinhos 105,9 - A voz da nossa gente (ouvir ao vivo), com o programa Humano,perfeitamente humanos!, com produção e apresentação minha.
Você pode manter contato pelo telefone 3871-1523, ao vivo, ou pelo e-mail hphnet@hotmail.com.

24 de mar. de 2012

Programa na Rádio

A partir das 8h15 estarei ao vivo pela Rádio Valinhos 105,9 - A voz da nossa gente (ouvir ao vivo), com o programa Humano, perfeitamente humanos!, com produção e apresentação minha.
Você pode manter contato pelo telefone 3871-1523, ao vivo, ou pelo e-mail hphnet@hotmail.com.

23 de mar. de 2012

A cabeça do Eleitor - XIII

Eleições são um território sujeito à mistificação. Um pouco por natureza, muito por esforço deliberado. Por ele perambulam gurus, bruxos e marquetei-ros. Em comum, além da pose de donos da verdade, a atitude de esconder o jogo, ou de fazer crer que a disputa eleitoral pertence ao universo das coisas in­tangíveis, ao qual só têm acesso génios dotados de intuição e criatividade incomuns.
Tudo se passa como se uma eleição pudesse ser resolvida por uma tirada brilhante, pelo maquiavelismo matreiro ou por uma consulta ao oráculo.
Este livro demonstra o contrário.
Por trás da aparente desordem da vontade do eleitor, um padrâ. Sob o inusitado resultado de muitas eleições, a lógica. O eleitor tem suas razões, e é possível conhecê-las. Antecipadamente, até.
Mas só isso não é suficiente para vencer uma disputa, pois saber o que o eleitor deseja não significa poder suprir este desejo.
Eis outro ponto relevante deste livro: é possível desenhar uma candidatura para determinada eleição, mas as chances de sucesso são sempre proporcionais à sua consistência.
O eleitor raciocina e avalia tanto os personagens quanto as his­tórias de cada um. E, frequentemente, celebridades projetadas pela mídia, capa­zes de sustentar ótimos índices de intenção de voto no período pré-eleitoral, mas desprovidas de qualquer substância política, murcham como bola de ar quando expostas ao cenário eleitoral, à comparação intensiva entre narrativas e argu­mentos distintos.
Uma das ferramentas mais importantes propostas por este livro é a avalia­ção.
Saber se uma eleição é de continuidade ou de mudança. Que estratégia se­guir uma vez obtida esta informação depende, é claro, do candidato em questão.
Alberto demonstra como é possível vencer uma eleição de continuidade com um candidato de oposição.
Uma das principais virtudes deste livro é justamente revelar o que há de simples e  evidente na decisão do voto.
Espero que seja tão útil para o leitor quanto tem sido para mim.
Fonte: o livro A cabeça do eleitor de Alberto Carlos Almeida.

22 de mar. de 2012

A cabeça do Eleitor - XII

Há duas principais fontes de controvérsia acerca dos resultados de pesquisa eleitoral.
Diferentes pontos de vista assumidos por jornalistas, políticos e coordenadores de pesquisas. Entre eles existem pontos de vistas inconciliáveis.
Suposição de que as pesquisas influenciam diretamente o eleitor. A conclusão (com o que temos de avanços científicos até o momento) é que há indícios fracos de que as pesquisas influenciam diretamente o eleitor. É fato que existem influência indireta, pois os principais candidatos apontados pelas pesquisas têm mais espaço na mídia, conseguem mais recursos, animam mais facilmente os seus partidários. Em geral eles são também os candidatos dos principais partidos, que provavelmente faria isso de qualquer maneira. Mas não é fato comprovado que haja influência direta sobre o eleitor.
Fonte: o livro A cabeça do eleitor de Alberto Carlos Almeida.

21 de mar. de 2012

A cabeça do Eleitor - XI

As pesquisas influenciam o voto?
Trata-se de uma crença de que a divulgação dos resultados das pesquisas influencia o eleitor, que possui duas correntes:
  • Influenciam – eleitor decide votar no candidato favorito (influência direta), e atingem o ânimo e o moral das campanhas (influência indireta).
  • Não influenciam – se tivesse relação não haveria alteração nas posições relativas dos principais competidores.
A literatura especializada explica de inúmeras maneiras a decisão de votar em diferentes candidatos ou partidos, veja algumas das variáveis.
Estruturais
  1. Predisposição individuais: devido a fatores sociais e psicológicos, cada indivíduo tem predisposição e valores.
  2. Preferência partidária: varia muito dependendo da pessoa.
  3. Nível de informação política: quanto mais informado mais conhecimento, cobrança e crítico é o eleitor, o oposto também é verdadeiro.
  4. Representatividade social de partidos e candidatos e dinâmica eleitoral: é uma importante forma de entrada na disputa eleitoral. Isso se aplica mais a eleições proporcionais (Vereadores). A dinâmica de uma campanha também condiciona a escolha do eleitor, pois tende a escolher as agremiações políticas já estabelecidas e que são suas velhas conhecidas.
  5. Status socioeconômico: são classicamente utilizadas para explicar diferenças em opiniões e valores.
Conjunturais
  1. Avaliação do desempenho do governo: é a variável fundamental, pois se é boa o eleitor tende a votar no candidato do governo, mas se é má resulta em voto na oposição.
  2. Proposta dos candidatos e dos partidos: trata-se da divulgação das propostas de governo que é um dos fatores conjunturais mais importante na hora da escolha do eleitor.
  3. Pertencimento a redes sociais: aqui entrar a influência de parentes, amigos e colegas de trabalho, pois somos influenciados por pessoas próximas. Nada á de surpreendente nisso.
  4. Imagem dos candidatos: o eleitorado constrói imagem dos candidatos e vota de acordo com tais construções.
Pode-se aplicar a lista das variáveis que explicam a escolha eleitoral:
  • as leis eleitorais;
  • a credibilidade das instituições políticas;
  • o voto na pessoa versus o voto no partido;
  • a avaliação do processo eleitoral;
  • entre outras.
Apresentei breve mente aquelas que considero as principais pra se compreender o voto no Brasil.
Cabe chamar a atenção para o fato de que os resultados eleitorais não são totalmente imprevisíveis quando se levam em conta tendências de médio e longo prazos, mas podem ser de difícil previsão quando se deseja saber o nome de quem sairá vencedor numa eleição específica.
Isso significa que os fatores estruturais definem os pontos de partida (o piso em números de votos) e os limites (o teto) de cada candidato, partido e coligação.
Cada um dos candidatos em campanha tentará atingir o seu teto e manter os adversários próximos de seu piso.
Fonte: o livro A cabeça do eleitor de Alberto Carlos Almeida.