8 de mar. de 2012

A cabeça do eleitor - II

A realidade simplificada é útil para quem tem capacidade de análise, de separar o que se repete do que não se repete, o que é relevante do que não é.
Devemos ter em mente que o eleitor médio tem pouquíssima informação sobre o que acontece na política.
As pesquisas de opinião pública são a matéria-prima para o entendimento da cabeça do eleitor. É por meio de sua análise, confrontando-as com a escolha do candidato, que é possível encontrar as regularidades que povoam a cabeça do eleitor na hora em que ele digita o seu voto.
Com relação a transferência de votos, devemos lembrar que se um governo é bem avaliado, o indicado por ele torna-se um franco favorito na eleição. Não se trata de transferência de popularidade ou de simpatia, mas de aprovação do governo.
Cada eleição é diferente, mas os dados e números não mentem jamais. Há necessidade das pesquisas eleitorais e de sua análise detalhada. Além de lidar com a comunicação e o marketing da campanha eleitoral.
Fonte: o livro A cabeça do eleitor de Alberto Carlos Almeida.

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